Como muita gente, releio Saramago, dono das palavras. E não pude deixar de reter esta fantástica defenição da débil natureza humana:
" Cria a natureza as suas diversas criaturas com admirável brutidade. Entre mortos e aleijados, considera, não faltará quem escape para garantir o resultado da gerência, modo ambivalente e portanto equivoco de substantivar o gerir e o gerar, com aquela confortável margem de imprecisão que produz as mutações do que se diz, do que se faz e do que se é..."
Continua e vale a pena ler um escritor assim. Consegue ser profundo e subtilmente "usar"os meandros da consciencia humana.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
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